Início
sapatoBush.jpg
sapatoBush.jpg

Boletim

Mantenha-se informado sobre as nossas novidades!

Divulgar conteúdo

Pela punição dos torturadores do regime militar

A tortura é parte integrante e forma de manutenção do velho e apodrecido Estado brasileiro. A tortura não é qualquer crime - é o mais cruel e abominável de todos os crimes! É aquele ato praticado com atrocidade contra pessoas já presas e indefesas. O regime militar desenvolveu essa prática amplamente. O oportunismo, hoje no poder procura desconhecer e fugir da sua responsabilidade pela apuração de todos eles. O CEBRASPO participa e desenvolve a campanha pela apuração e punição dos responsáveis por todos esses crimes

Comunicado pela condenação do torturador Ustra: justiça para Merlino!

A ABRAPO, o CEBRASPO e a ANIGO manifestam seu apoio à luta da família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, torturado e assassinado aos 23 anos de idade em julho de 1971, no DOI-CODI de São Paulo, centro de torturas comandado pelo coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra. Em 2008, Ustra foi declarado torturador pelo Tribunal de Justiça de SP, em ação movida pela família Teles.

Punição

Punição

CAMPANHA

Punição para os torturadores

Últimas Notícias

  • População do Rio de Janeiro protesta contra aumento das passagens de ônibus
    Mais uma vez estudantes e trabalhadores do Rio de Janeiro vão às ruas contra o aumento das passagens de ônibus, desta vez o protesto aconteceu no dia 18 de janeiro. Os manifestantes partiram da igreja da Candelária e seguiram até a Central do Brasil. Lá eles pularam as roletas dos ônibus e abriram as portas de trás dos coletivos, liberando o acesso.
    A população começou a pagar mais caro pelas passagens de ônibus no dia 1º de janeiro, quando o preço subiu de R$ 2,50 para R$ 2,75. Este é o segundo reajuste em apenas um ano.

  • Em 22 de janeiro, de maneira criminosa e arbitrária, a polícia militar de São Paulo iniciou o despejo de aproximadamente 10 mil trabalhadores pobres que ocupam um terreno na cidade de São José dos Campos, em São Paulo, desde 2004.
    O terreno pertence à massa falida da empresa Selecta S/A, que deve cerca de 10 milhões à prefeitura de São José dos Campos. Durante as duas semanas anteriores à ação da polícia, moradores da ocupação, conhecida como Pinheirinho, ergueram barricadas, improvisaram armas e escudos se preparando para enfrentar a polícia.

  •  

    Em 22 de janeiro, de maneira criminosa e arbitrária, a polícia militar de São Paulo iniciou o despejo de aproximadamente 10 mil trabalhadores pobres que ocupam um terreno na cidade de São José dos Campos, em São Paulo, desde 2004.