Liberdade incondicional e imediata para Uttpal!Exigimos punição para os policiais culpados de deter ilegalmente Uttpal Uttpal, de 23 anos, é um ativista cultural revolucionário adivasi, foi eleito para o Comitê Executivo da Frente Revolucionaria e Democrática Toda Índia (RDF), na primeira conferencia da Frente Democrática Revolucionária, realizada em 22 e 23 de Abril em Hyderabad. Uttpal foi ilegalmente detido pela polícia Jharkhand no dia 7 de maio quando viajava em um ônibus. Ele está na estação de polícia Dumuri em Giridih. Até o momento, a polícia de Jharkhand não o liberou, nem o apresentou em qualquer tribunal. |
Sobre a prisão dos ex-policiais condenados por Eldorado dos Carajás
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Ato público e manifestação em Jaru homenageiam o professor Renato
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CHAMADO URGENTE PARA ASSINATURAS – ASSASSINATOS NO CAMPO
Estamos colhendo assinaturas para a carta manifesto contra os assassinatos de camponeses no Brasil. Envie seu nome e uma referência (profissão, curso, organização, grupo, cidade) para o e-mail advogadosdopovo.abrapo@gmail.com |
Liberdade imediata para os operários de Jirau!
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Professor é assassinado em Campo Novo - RO
É com grande tristeza e profunda dor que infor Renato tinha 28 anos, era casado e pai de uma filha de 2 anos de idade. Ele foi professor durante vários anos. Ajudou na organização da campanha de alfabetização de jovens e adultos, na construção de escolas e na produção na região de Buritis. Atualmente residia no município de Jaru e realizava serviços de topografia em sítios e para instalação de redes elétricas. |
As manifestações que exigiram punição para os torturadores, no Rio de JaneiroExistiam muitas concordâncias para a materialização operacional das duas manifestações contra a até hoje impunidade dos crimes de lesa humanidade, perpetradas pelos golpistas de 1964. Essas concordâncias não foram alcançadas em nenhuma reunião. Elas nasceram naturalmente de uma reação da atual geração de jovens e adultos contra a cínica pretensão dos assassinos, torturadores e autoridades governamentais que procuram manter ocultos os seqüestros, torturas e assassinatos não só do passado como da atualidade. |
Punição para o Major Curió e todos os criminosos do Regime Militar!
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MLST denuncia assassinato de três lideranças no Triângulo Mineiro
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Continua a luta pelo fim do despejo da área de Canaã, em Rondônia
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Nesta semana foram presos no Pará os dois oficiais militares envolvidos diretamente no conhecido “massacre de Carajás”, o Coronel Mario Colares Pantoja e o Major José Maria Pereira de Oliveira. Depois de 16 anos já condenados, a “justiça” resolveu prender somente esses dois entre os muitos envolvidos no crime. O massacre repercutiu em todo o mundo e, apesar da prisão dos dois policiais, até hoje permanece impune. Da mesma forma como os milhares de assassinatos e massacres de camponeses que ocorrem em nosso país, as circunstâncias que envolvem esse crime se repetem.
No dia 30 de abril, mais de 220 pessoas se reuniram em Jaru para prestar homenagem ao Renato Nathan Gonçalves Pereira, assassinado cruelmente pela polícia civil de Ouro Preto D’Oeste no último dia 09. Participaram camponeses de várias áreas, estudantes, professores, advogados, operários, caminhoneiros e outros trabalhadores de Porto Velho, Ariquemes, Cujubim, Jaru, Ouro Preto, Cerejeiras e Vilhena. Familiares de Renato também estiveram presentes.
Responsabilizamos o governo brasileiro pelos assassinatos do professor Renato e de camponeses
Reproduzimos nota da Liga Operária.
mamos sobre o falecimento do professor Renato Nathan Gonçalves Pereira.
Reproduzimos artigo publicado no sitio
Recebemos nota do Movimento de Libertação dos Trabalhadores Sem Terra - MLST, denunciando o assassinato de três lideranças do movimento, no último dia 24 de março. O CEBRASPO se une aos camponeses em defesa da terra para quem nela trabalha e pelo fim do latifúndio, repudiando a repressão ao movimento camponês e a tentativa de calar aqueles que lutam. Leia nota do MLST:
Reproduzimos nota da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental sobre a resistência dos camponeses e as tentativas da "justiça" de Rondônia de despejá-los de suas terras, na área Canaã. No dia 19 de março, os camponeses fizeram grande mobilização a fim de suspender a expulsão. Camponeses de outras áreas, comerciantes e caminhoreiros se juntaram ao protesto.
