Indígenas ocupam canteiro de obras de Belo Monte
Cerca de 200 indígenas afetados pela construção de hidrelétricas ocuparam |
Ponha-se na rua: há 200 anos a história se repete nas remoções no Rio de Janeiro
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Força Nacional assassina operários em Belo MonteDivulgamos denúncia publicada no site da Liga Operária que mostra trabalhador revelando a truculência e as arbitrariedades levadas a cabo pela Força Nacional contra os operários das obras de Belo Monte. Enquanto e Estado faz vista grossa e a imprensa deturpa e esconde informações, mortes e total desrespeito aos direitos dos trabalhadores acontecem livremente. |
Video denuncia tortura praticada pela polícia de RondôniaO Jornal Resistência Camponesa denunciou nos últimos dias a prática de tortura da polícia civil e militar do Estado de Rondônia praticada contra camponeses. O Jornal de divulgação da luta camponesa do Brasil publicou que “O camponês Adimar de Souza, conhecido como Roliço, morador antigo de Jacinópolis / RO foi torturado pela polícia. |
Chacina do Borel: 10 anos!No dia 16 de abril de 2013, completaram-se 10 anos da chacina do Borel. A comunidade está se mobilizando para mais uma vez denunciar esse bárbaro crime cometido pela polícia militar carioca em 2003. Nesta semana várias atividades estão sendo realizadas, como a exibição do filme que apresentamos aqui, seguido de debate com a comunidade e entidades e organizações de Defesa dos Direitos do Povo. Para o dia 20 de abril, um sábado, está sendo convocada uma caminhada pela comunidade. |
RO: Manifestação exige punição para assassinos de liderança camponesa
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nesta quinta-feira, 2/5/2013, o principal canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte no município de Vitória do Xingu, Pará. Eles reivindicam a regulamentação da consulta prévia e a suspensão imediata de todas as obras e estudos relacionados às barragens nos rios Xingu, Tapajós e Teles Pires. A tropa de choque da Polícia Militar já esperava pelos indígenas, porém não conseguiu os barrar.
Divulgamos entrevista da Pública com a jornalista que pesquisou o histórico dos despejos nas comunidades do Rio de Janeiro. O resultado do trabalho é um panorama triste e revoltante sobre como o povo pobre é tratado pelo Estado, que repetidamente desrespeita seu direito de moradia e usa de violência contra essas populações e em favor da especulação imobiliária.


Um Ato público iniciado na manhã de terça-feira, dia 9 de abril, na Paróquia de Jaru, reuniu mais de 300 participantes e entidades de classe e de direitos humanos para denunciar a impunidade contra crimes cometidos contra o movimento camponês em Rondônia.





